• Airton S. [voz/programações]
• Márcio Mäzela [guitarra/voz]
• Danyel A. [baixo/violão/synths]
A cidade de Fortaleza fica no Nordeste do Brasil.
Famosa por suas belas praias, pela alegria de seus
habitantes e pelo sol que brilha o ano inteiro, atrai
legiões de turistas de todo o mundo durante
o ano. Mas a cidade tem uma outra face. Uma face escura,
doente, apaixonada, impiedosa.
Plastique Noir nasceu e cresce ali, nesse meio
desolado e hostil. Numa pequena sala situada no
coração de uma violenta área
batizada com nome de batalha da Segunda Guerra,
cercados por chaminés que despejam no céu
cinza os tóxicos de um complexo industrial
falido, três jovens se reúnem desde
2005 para gerar música pós-punk com
influências darkwave, synthpop, industrial,
indie e punk. Trazendo na bagagem o pop das últimas
décadas, mas atentos à contemporaneidade,
usam a nostalgia como ferramenta e a decadência
urbana como inspiração, culminando
no labirinto existencial dentro de cada um de nós
neste início de milênio, quando as
utopias morreram e o caos embaça um senso
residual mínimo de realidade. Não
se trata de crítica engajada [embora esta
seja inevitável], mas de poesia suja, que
conta histórias cujos personagens centrais
são os próprios integrantes mais tudo
aquilo que os cerca. Falamos das madrugadas desertas,
das prostitutas e travestis no calçadão
à beira-mar, do hedonismo viciado, das ruínas
da cidade velha, dos amores marginais perdidos nas
esquinas e bares, dos corpos amontoados no necrotério,
da neurose cotidiana sufocada pelo monóxido
de carbono, do retorno ao passado em busca de um
futuro possível qualquer, dos símbolos
de loucura do folclore e do pop que oferecem uma
fuga, um desvio.
Plastique Noir [em francês, “plástico
negro”] é o saco que embala cadáveres.
Seu eletro rock, soturno, porém dançante,
também envolve corpos, impelindo-os à
dança hipnotizada. Em menos de três
anos, a fórmula já conquistou ampla
repercussão nacional, com shows em algumas
partes do país como Brasília, Salvador,
Campina Grande, São Paulo, São Tomé
das Letras, Teresina, Natal, João Pessoa
e Recife; entrevistas para revistas como a Bizz
e outras publicações, jornais, rádios,
TVs e sites de todo o Brasil; inclusão na
coletânea “Retratos Subterrâneos”
da revista Rock Hard/Valhalla, que reúne
o melhor do gótico nacional; top 1 de downloads
no renomado portal brasileiro de música eletrônica
Fiber Online [quase 100 mil downloads/streamings];
eleita a segunda melhor banda brasileira em seu
gênero pelo Brazilian Alternative Charts,
a parada oficial de música gótica
e eletrônica, que envolve críticos,
músicos e produtores; escalação
para os festivais nacionais independentes Ponto.CE
2006, WoodGothic 2008, Feira da Música de
Fortaleza 2008 e DoSol 2008; e convites para abertura
de shows de nomes expressivos como Montage, Ludov,
Engenheiros do Hawaii e The Cruxshadows [EUA].
A banda também tem crescido muito no âmbito
internacional, tendo sido a única banda brasileira
convidada para a edição de 2007 do
maior festival gótico do mundo, Wave Gotik
Treffen, em Leipzig [Alemanha]. Foi ainda entrevistada
pela famosa revista portuguesa Elegy Iberica; recebeu
elogiosa resenha do renomado jornalista e crítico
musical inglês Mick Mercer; e têm tido
suas canções discotecadas nas rádios
alemãs Ultra Dark Radio e Schwarzbrot, na
festa portuguesa Bouquet of Dreams e na casa sul-africana
Zeplins, bem como em outros países como França,
Bélgica, Peru, EUA, Chile, Itália
e vários outros.
Seus dois lançamentos independentes até
então, Offering [2006] e Urban Requiems [2006/2007],
este último re-lançado em 2008 pelos
selos Ekleipsi Records [Itália] e AFMusic
[Alemanha], estão esgotados. Em 2009, a banda
lança seu primeiro álbum oficial denominado
DEAD POP pelo selo paulista Pisces Records e com
distribuição Wave Records. Em 2010
será lançado um novo álbum,
agora pelo selo Wave Records.
www.plastiquenoir.net
www.myspace.com/plastiquenoir